Unidade dos Correios no Ceará é a quarta no País atingida por incêndio em pouco mais de um ano

Um prédio dos Correios no Pará, um em Teresina e outro no Rio de Janeiro foram atingidos por incêndios em pouco mais de treze meses

FORTALEZA, CE, BRASIL, 13-02-2018: Inc^ndio no centro de triagem dos Correios na Av. Oliveira Paiva destruiu 90% do prédio e incendiou todas as encomendas que seriam entregues nos próximos 2 dias. (Foto: Júlio Caesar/O POVO)

incêndio que consumiu pelo menos 90% do galpão dos Correios na avenida Oliveira Paiva nesta terça-feira, 13,  é o quarto a acontecer em um prédio da empresa em pouco mais de um ano. No dia 3 de janeiro do ano passado, o Centro de Operações dos Correios de Santarém, no Pará, também sofreu com o fogo. Em 18 de dezembro, chamas consumiram galpão da empresa em Teresina, no Piauí. Já no último dia 2, as chamas destruíram cerca de 9 mil encomendas em Jacarepaguá, no Rio de Janeiro.

 
Na ocorrência em 2017, no Pará, o fogo teria sido causado por um curto circuito após uma queda de energia no prédio. A grande quantidade de materiais inflamáveis e papéis no local serviu de combustível para as chamas. Foram usados mais de 10 mil litros de água para conter o fogo nas instalações, que não possuía sistema de hidrante. Em Teresina, o local era utilizado para armazenar móveis e eletrodomésticos que seriam leiloados. Ninguém ficou ferido.
 
Rio de Janeiro
Já em Jacarepaguá, neste mês de fevereiro, o Corpo de Bombeiros chegou até a usar a água de um condomínio próximo para conter as chamas. Além das 9 mil encomendas, os Correios ainda perderam o prédio, que desabou. Na ocasião, a empresa se comprometeu a indenizar os prejudicados.
 
No incêndio de Fortaleza, que segue controlado pelo Corpo de Bombeiros, ainda não se sabe qual foi a causa, mas acredita-se que todas as cartas e pacotes foram danificados. Uma confirmação oficial dos danos ainda deve ser divulgada pela estatal. O procedimento para quem foi prejudicado pelo ocorrido ainda não foi anunciado. Segundo o Corpo de Bombeiros, não há mais qualquer risco de o fogo se espalhar.
 
Redação O POVO Online

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