a charge de Neymar aceita pagar multa de quase R$ 460 milhões para a ReceitaNeymar deve, não nega e decidiu pagar assim que puder. No caso, a quantia de R$ 459.671,25. Ele e seu pai, Neymar da Silva Santos, abriram mão do processo que tentava a anulação desta cobrança — feita pela Receita Federal — em ação movida na Justiça Federal em abril de 2014. Homologada pela 4ª Vara da Justiça Federal em Santos no dia 17 de agosto, a decisão foi enviada ontem para a Procuradoria da Fazenda Nacional.

Agora, segundo consta nos autos, a Caixa Econômica Federal deve providenciar a transformação em pagamento definitivo da quantia depositada pela dupla em 2012, em uma conta extrajudicial. Ao recorrer, Neymar depositou o valor da multa em juízo e a Justiça determinou que o valor seja revertido ao pagamento da sanção. Neymar ainda tenta derrubar outra multa da Receita Federal, no valor de R$ 193 milhões, que causou bloqueio de seus bens.

O jogador e seu pai foram multados pelo Fisco por não declarem como salários valores pagos como direito de imagem pelo Santos. Ambos recorreram à Justiça, mas tiveram um primeiro pedido negado em janeiro. Eles tentaram novo recurso, mas desistiram antes de uma decisão.

Neste processo, a Receita apontou outras irregularidades nos contratos que envolviam Neymar, as empresas de seu pai e o Santos. Um deles foi assinado quando o jogador tinha apenas 14 anos, mas, no papel, era qualificado como maior de idade.

A ação foi movida na Justiça Federal por Neymar e o pai há mais de dois anos, em abril de 2014. No entanto, a dupla foi condenada em primeira instância, em janeiro deste ano, a pagar R$ 460 mil à Receita Federal por conta de dívidas de imposto de renda contraídas, no entender do órgão federal, entre 2007 e 2008, quando o atacante ainda estava em formação no Santos, mas já recebia direitos de imagem.

10 frases de Michael Jordan para você nunca deixar de tentar

A meteórica e brilhante trajetória de Michael Jordan na NBA e no Dream Team das Olimpíadas é lembrada com saudosismo, mesmo após duas décadas de seu auge. Nem por isso, “MJ” deixou de ter seus percalços e desilusões.

O ex-atleta nova-iorquino, atualmente dono da equipe Charlotte Hornets, entretanto, não quis entrar para a história apenas por seus verdadeiros voos rumo a cestas e tabelas, por seus dribles infernais ou a língua que colocava para fora, em seus ataques.

Jordan é, também, um motivador.

Autor de livros sobre o tema superação, o astro faz palestras e visita centros esportivos mundo afora, passando a mensagem de que a superação do esporte pode, sim, ser aplicada no dia a dia – sejamos nós atletas ou não.

Decidimos selecionar dez frases motivacionais (e sensacionais) de Michael Jordan.

  • 1. “Algumas pessoas gostariam que algo acontecesse. Algumas desejam que aconteça. E outras fazem acontecer.”
  • 2. “Eu posso aceitar o fracasso. Todo mundo falha em alguma coisa. Mas eu não posso aceitar não tentar.”
  • 3. “Eu jogo para vencer, seja durante o treino ou em uma partida de verdade. E não vou deixar nada entrar no meu caminho e do meu entusiasmo competitivo para ganhar.”
  • 4. “Nunca diga nunca, pois os limites são como os medos: sempre são apenas ilusão.”
  • 5. “Para aprender a ter sucesso, é preciso primeiro aprender a fracassar.”
  • 6. “Quando eu piso na quadra, não tenho que pensar em mais nada. Se tiver um problema fora dela, minha mente fica mais clara depois para encontrar a melhor solução. É como uma terapia. Entrar em quadra me relaxa e me permite resolver problemas.”
  • 7. “Sempre acreditei que os resultados vêm com o trabalho. Não faço as coisas pela metade, pois daí só poderei esperar resultados pela metade.”
  • 8. “Eu errei mais de 9.000 arremessos na minha carreira. Perdi quase 300 jogos. Em 26 oportunidades, confiaram em mim para fazer o arremesso da vitória e eu errei. Eu falhei muitas e muitas vezes na minha vida. E é por isso que tenho sucesso.”
  • 9. “Eu sei que o medo é um obstáculo para algumas pessoas, mas para mim é uma ilusão. O fracasso sempre me faz tentar ainda mais da próxima vez.”
  • 10. “Obstáculos não podem te parar. Se você topar com uma parede, não vire e desista. Descubra como escalá-la, passe por ela, trabalhe nisso.”

Olimpíada tem mais que o dobro de laureados militares em quatro anos

Um sucesso. É dessa forma que o Ministério da Defesa define o Programa Atletas de Alto Rendimento (PAAR) das Forças Armadas, criado em 2008. Nos Jogos do Rio de Janeiro, os números deixaram claro que a parceria entre atletas e a organização foi, de fato, proveitosa: ao todo, 13 das 19 medalhas do país foram de militares.

O projeto teve início visando os Jogos Mundiais Militares de 2011, nos quais o Brasil terminou na liderança do quadro de medalhas, com 114 láureas, sendo 45 de ouro.

À época da realização da Olimpíada de Londres, em 2012, o número de atletas olímpicos vinculados ao programa era de 51. Desses, cinco subiram ao pódio na Inglaterra, com o ouro da judoca Sarah Menezes, e os bronzes dos também judocas Felipe Kitadai, Mayra Aguiar e Rafael Silva, e da pentatleta Yane Marques.

Quatro anos depois, na disputa no Rio de Janeiro, o quadro de competidores aumentou mais de 260%. A delegação brasileira participou dos Jogos com 465 atletas, sendo que 145 eram militares (30% do total).

O número de medalhas, por sua vez, foi maior do que o dobro em comparação a Londres: de cinco para 13.

  • O sucesso desse programa é inquestionável, assim como é indubitável a sua contribuição para a elevação do Brasil à condição de potência olímpica no mundo – disse o diretor do Departamento de Desporto Militar no Ministério, Paulo Zuccaro.

Os atletas que integram o programa, além da remuneração destinada à patente (3 Sargento) de R$ 3,2 mil, usufruem das instalações militares para treinos, e de benefícios das Forças Armadas, como plano de saúde, psicólogos, e outras facilidades.

O investimento anual do Ministério da Defesa no programa é de aproximadamente R$ 18 milhões.

O projeto contempla 27 modalidades olímpicas atualmente, com 670 atletas, sendo 594 temporários. Até o momento, não há previsão para aumento no número de esportes, mas não há um limite de competidores que possam se candidatar, já que o quadro é rotativo (oito anos).

A meta é manter o projeto, visando os Jogos Militares de 2019, em Wuhan (CHN), e Jogos Olímpicos de 2020, em Tóquio (JAP).

Com o crescimento do programa, talvez, cenas como a vista na foto acima, com atletas prestando continência no pódio, se tornem mais comuns nesse ciclo olímpico.

OS MEDALHISTAS

  • Ouro

Os militares brasileiros levaram cinco medalhas de ouro nos Jogos do Rio: Rafaela Silva (judô), Martine Grael e Kahena Kunze (vela), Robson Conceição (boxe), Thiago Braz (atletismo), e Alison e Bruno Schimdt (vôlei de praia).

  • Prata

Além dos primeiros lugares, os militares tiveram três pratas, com Felipe Wu (tiro esportivo), Arthur Zanetti (ginástica artística) e Ágatha e Bárbara Seixas (vôlei de praia).

  • Bronze

Fechando a lista, foram cinco bronzes: Mayra Aguiar (judô), Rafael Silva (judô), Arthur Nory (ginástica artística), Poliana Okimoto (maratona aquática) e Maicon Andrade (taekwondo).

  • Não-militares

No Rio de Janeiro, apenas seis medalhas não tiveram a presença de militares: a prata e bronze de Isaquias Queiroz (canoagem), e sua prata em dupla com Erlon de Souza, o bronze de Diego Hypolito (ginástica artística), e as láureas de ouro no futebol e no vôlei.

ENTENDA O PROGRAMA

  • Ingresso

As Forças Armadas (Marinha, Exército ou Aeronáutica) publicam edital buscando atletas de uma modalidade. O competidor interessado, então, ingressa por meio de concurso de títulos no programa.

  • Duração, salário e estrutura

A participação dura oito anos, que podem ser renovados por novo edital. Nesse período, o atleta recebe a patente de 3 Sargento e, assim, salário de R$ 3,2 mil, e pode aproveitar a estrutura e benefícios das Forças, como locais de treinos, cuidados médicos, e outros.

  • Contrapartida

Quando convocados, é obrigatória a participação dos atletas em torneios militares, como os Jogos Mundiais.

 

Fonte: O Dia/Terra/Lance/Municipios Baianos/Portalg14

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