Líder Comunitário Ikaru de Jesus

Líder comunitário Ikaru de Jesus rebate declarações do vereador Adriano Martins, incentivando a violência contra animais. Se por uma parcela pequena de possibilidades a vaquejada, briga de galo, entre outros esportes que maltratam animais for cultura, isso não tira a possibilidade de seu fim. É sabido que a escravidão também já foi cultura, e por seu grande teor de crueldade foi extinta. Tais práticas antes “cultura” hoje são inaceitáveis pela sociedade. Então, por que não acabar com um espetáculo de pura covardia, que é a vaquejada, e cumprir a lei que acoberta os animais em brigas de galo? Pareceres de médicos veterinários dão conta da violência e dor sofridos pelos animais em vaquejadas e brigas de galo, assim como, em qualquer esporte que use de covardia para com animais. Contudo, não são divulgados para o publico os métodos cruéis utilizados em toda essa palhaçada. O fim dessas práticas ainda mostram resistência, pelo dinheiro que está envolvido… Mas eu creio que tudo isso irá acabar, em todos os estados, em todo país. Esse ato de covardia, cometido e apoiado por covardes.

 

Observação da Equipe do Portalg14.
Criação e Manutenção de Galo de Briga é Crime
Constitui crime de crueldade contra animais previsto no artigo 32 da Lei nº 9605/98, cuja pena vai de 03 (três) meses a 01 (um) ano de detenção além do pagamento de multa a pratica de maus-tratos contra quaisquer animais quer sejam silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos, podendo inclusive a pessoa ser autuada em flagrante na prática do crime, ainda que dentro de sua propriedade, pois a Constituição Federal permite o ingresso nesta, mesmo sem autorização, quando ali está sendo cometido um crime. A pena sofre aumento se ocorre morte do animal. Sempre houve consenso das autoridades que as chamadas “rinhas de galo”, além de constituir o delito citado, também configura contravenção penal de jogo de azar, prevista no artigo 50 do Decreto-lei nº 3688/41, com pena de prisão simples de 03 (três) meses a 01 (um) ano, além da multa e perda dos móveis e objetos decorativos do local.

Ikaru de Jesus/Portalg14

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